segunda-feira, 4 de maio de 2020

dia 50, segunda-feira, 4 de Maio

O dia 50 veio confundir-me as voltas. Na meteorologia dizia que estava apenas nublado, e na varanda indiciava vento e chuva. Optei por ir ao escritório de carro, de documentos em riste, preparado para chuva, de máscara, gel e luvas. Mas não choveu.
O ir e vir foi tranquilo e sem policia de fronteira, e a permanência no escritório foi tranquila e rentável tendo deixando a papelada organizada, pelo menos até à próxima incursão do patrão, que não chegou a aparecer. O restaurante está em manutenção, de cadeiras e mesas viradas do avesso.
De regresso a França, para matar saudade sigo por Belval e vou ao Delhaize, comprar umas faltas, que sempre existem, e aproveito para comprar mais ervas aromáticas para dispor. Agora tenho um arsenal de canteiros.
A tarde teve alguma alteração na rotina, pois troquei a musica pelo pedalar e ainda deu para 12 Km, no meio de um transito que a cada dia se vai intensificando, prenuncio de que a partir do dia 11 as restrições irão ser menores, e possamos prepararmos para a vida parcialmente normal, mas, mascarados.
O filme da noite foi "Mar vermelho", que trata de mais um relato baseado em factos verídicos. **** 

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