A pandemia continua o pacto com o clima. Não me lembro de uma sucessão tão grande de dias seguidos de bom tempo, em Março e Abril, nem em Portugal.
Para cumprir o programa de manutenção física, fiz uns saborosos 11 Km, sem esforço, e alterando o que é possível alterar, no perímetro de mil metros.
Depois do exercício cumprido, dediquei-me amais pinturas na varanda e à jardinagem. A varanda é um espaço magnifico que aproveito ao máximo quando as condições climatéricas, o permitem. De tal modo a aproveito, que já cheguei a grelhar com temperaturas negativas.
Com o CD de compositor clássica Grieg como banda sonora, a manhã foi bem conseguida, antecipando o que agora passa a acontecimento do dia: a ida ao escritório do restaurante, com a consequente burocracia de papeis (já são quatro) que carrego, pois trata-se de uma deslocação para outro país.
De caminho para Esch, à saída de Audun, mais uma vez fui controlado pela policia, e ficou-me a sensação de que o agente não acreditou que eu fosse ao Luxemburgo a trabalho. Porém, fui, e os documentos estavam em ordem. Chegado ao restaurante, foi com alegria que os que colegas presentes festejaram o reencontro. Não sendo o meu caso, que sempre gostei de estar em casa, e arranjo sempre o que fazer, com prazer, arrisco em afirmar que muito dos meus colegas sentem-se melhor do que confinados ao espaço onde residem. Passei as duas horas e meia seguintes a classificar, scanear, registar e arquivar documentos, e deixar o visível o tampo da secretaria do meu patrão, que entretanto chegara, e lá fomos conversando da crise. Deixei-lhe a sugestão de fazer refeições para fora aos fins de semana, neste restaurante. Vamos ver se ele avança com a ideia.
No regresso a França não havia controle policial, e dediquei-me a mais um pouco de jardinagem, até ao jantar, ao qual se seguiu mais uma sessão de cinema, desta vez com o filme que relata a tragédia do massacre ocorrido na Noruega, o "22 de Julho". ****
De caminho para Esch, à saída de Audun, mais uma vez fui controlado pela policia, e ficou-me a sensação de que o agente não acreditou que eu fosse ao Luxemburgo a trabalho. Porém, fui, e os documentos estavam em ordem. Chegado ao restaurante, foi com alegria que os que colegas presentes festejaram o reencontro. Não sendo o meu caso, que sempre gostei de estar em casa, e arranjo sempre o que fazer, com prazer, arrisco em afirmar que muito dos meus colegas sentem-se melhor do que confinados ao espaço onde residem. Passei as duas horas e meia seguintes a classificar, scanear, registar e arquivar documentos, e deixar o visível o tampo da secretaria do meu patrão, que entretanto chegara, e lá fomos conversando da crise. Deixei-lhe a sugestão de fazer refeições para fora aos fins de semana, neste restaurante. Vamos ver se ele avança com a ideia.
No regresso a França não havia controle policial, e dediquei-me a mais um pouco de jardinagem, até ao jantar, ao qual se seguiu mais uma sessão de cinema, desta vez com o filme que relata a tragédia do massacre ocorrido na Noruega, o "22 de Julho". ****

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