Dia 42, e talvez o dia 40 de sol, repito por isso, com céu azul e 15 graus. Depois do rol de noticias no rescaldo do dia da revolução dos cravos, que ainda correm pelos noticiários e pela rede social, preparo a volta da praxe que se ficou em mais cerca de 15 Km, e com a visão inédita de um dos patos do rio, a passear me plena via rápida, a que vem do Luxemburgo a Audun. A par deste insólito, noto pela primeira vez a presença de pombos que se atrevem e debicar nos quintais, e fazem voos rasantes, o que me leva a pensar se são meras coincidências ou realmente os animais estão mais atrevidos.
No restante, é o quadro habitual, de tudo fechado, exceptuando as duas padarias. Cruzo-me com pessoas que já vou conhecendo e que também me vão conhecendo. No que diz respeito ao pão, que aqui se consome muito na versão bagette, faz-me confusão que os franceses continuem a transportar as bagettes com aqueles sacos à meia canela, que expõe perto de um terço do pão ao ar. E se dizem que o vírus anda no ar...
Almoço de grelhados e filme na matinée, que nem foi nada de especial, por isso nem vale a pena menciona-lo. Mesmo que os domingos se confundam com os restantes dias da semana, no que toca ao lazer, existe sempre uma tendência para arranjar uma desculpa para mais "descanso".
As noticias falam em desanuviamento, e estou apreensivo em como vai ser, e como vão as autoridades agir. Vai ser muito difícil convencer o pessoal de que tudo mudou, tal como será quase impossível não colocar a economia a andar, sob pena de uma asfixia geral, que serà como uma espécie de novo vírus.
Almoço de grelhados e filme na matinée, que nem foi nada de especial, por isso nem vale a pena menciona-lo. Mesmo que os domingos se confundam com os restantes dias da semana, no que toca ao lazer, existe sempre uma tendência para arranjar uma desculpa para mais "descanso".
As noticias falam em desanuviamento, e estou apreensivo em como vai ser, e como vão as autoridades agir. Vai ser muito difícil convencer o pessoal de que tudo mudou, tal como será quase impossível não colocar a economia a andar, sob pena de uma asfixia geral, que serà como uma espécie de novo vírus.

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