Um encontro com o meu patrão no escritório pode modificar todos os meus planos, e por mais preparado que eu tente estar, à mínima distracção sou eu mesmo vitima e culpado das instruções dadas à ultima hora. Não que actualmente isso constitua grande problema, mas embora eu goste de andar ao sabor das vontades, tento sempre planear tanto quanto possível os meus passos.
Hoje, como previamente decidido fui dar mais uma arrumação na papelada dos restaurantes. Decidi ir de carro porque a temperatura baixou muito. Pelas 10 horas estavam 5 graus. E também porque assim o carro circulou mais uns quilómetros, e aproveitaria para passar pelo Lidl, no regresso.
Eram esses os meus planos, mas tarefas e instruções em cima da hora mudaram os ditos planos, pois primeiro está o trabalho, que depois de findo, já depois de almoço, me permitiu então, tornar a sair, de luvas e máscara, agora sim ao supermercado.
Ao estacionar apercebo-me de três pessoas a sair da mesma viatura, e cada um retirar um carrinho de compras, colocando-se na fila. Observo-os. As minhas suspeitas bateram certas, ao escutar as palavras que trocavam: eram portugueses, talvez um casal e a mãe de um deles, a combinarem o que cada um iria comprar. Já no interior da loja, cruzo-me com o rapaz que andou ali às voltas com dois ou três artigos no carro, a fazer tempo até se dirigir à caixa. Esta táctica é agora muito usada pelo Chico Esperto Tuga. E com isto impedem outros clientes de entrar na loja. Tristes.
Depois das compras, que incluíram um vaso com manjericão, estive a compor o cantinho das ervas aromáticas. Agora, para além do manjericão, tenho hortelã, salsa, coentro, cebolinho e orégão.
Ao jantar fiz uma espécie de paella aldrabada, e comecei a assistir ao filme "Noé", com o Russel Crowe, um actor que gosto e um género de filme que também gosto.
Ao jantar fiz uma espécie de paella aldrabada, e comecei a assistir ao filme "Noé", com o Russel Crowe, um actor que gosto e um género de filme que também gosto.

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