O primeiro dia depois da pandemia em que no Luxemburgo permitem a circulação de pessoas, com alguma contenção, mas obrigam ao uso da máscara. E em termos clima, o mesmo sol e uma pontada de vento, mas com temperatura amena.
Preparo dois documentos de circulação para a manhã, um para justificar que vou trabalhar, e outro para quando chegar do trabalho e ir ao supermercado. Sigo de bicicleta para o trabalho, sem policia à vista, e nem no Luxemburgo avistei qualquer agente ou viatura. Ao tentar colocar o meu veiculo de duas rodas na escada de acesso de mercadorias do restaurante, tive um pequeno percalço com uns tijolos que me valeu uma dor de rins. Mas passou. Ficou o susto. No escritório, foi o habitual que costumo fazer organizando e classificando papelada, e esperar pelo patrão, que acabou por não vir, e marcou reunião para o dia seguinte.
De regresso à França, a policia estava no controle, e como já me vou habituando, mostrei os documentos necessários à senhora da autoridade, que me mandou seguir. Reparei a caminho de casa que não havia fila no Carrefour, pelo que arrumei a bicicleta, peguei na chave do carro e no documento próprio para compras de primeira necessidade e tornei a sair.
Já em casa, vejo na tv mais uma noticia sobre ciganos que invadiram um quartel de bombeiros, o que reforça a minha convicção de que existe uma cobardia aliada à hipocrisia, tolerância, e falta de conhecimento no terreno, do modus operandi generalizado da comunidade cigana. Sinto-me qualificado para opinar, pois tenho uma vasta experiência, que vai desde boas amizades, a sofrer roubos e assaltos.
A tarde foi dedicada em grande parte ao estúdio, e como já consigo tornar o som menos medíocre, vou fazendo mais gravações que depois vou publicando, e já vou a caminho das 40 publicações.
Publiquei também a foto acima, aludindo à obrigação do uso de máscara, e usei um pouco de humor, o post teve muito sucesso.
Os quilómetros de bicicleta não se fizeram e decidi-me pelo cinema.
Ao serão vi mais um filme baseado em caso verídico "Sérgio", que relata o fim trágico do brasileiro Sérgio, funcionário da ONU, que morre num atentado, no Iraque. Subentende-se no filme, que são os próprios americanos que encomendaram o serviço. ****

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